sábado, 4 de abril de 2015

MEDIAÇÃO SOCIOEDUCATIVA




O termo mediação deve ser entendido como o elo intermediário entre o indivíduo e o meio. Quando feita pelo OUTRO (adultos, professores, e outros com mais conhecimentos, designa-se de mediação pedagógica. Quando feita pelos SIGNOS - dentre os quais o mais importante é a linguagem, designa-se de mediação semiótica. Estas duas dimensões não são independentes, nem excludentes, mas interdependentes e acontecem ao mesmo tempo. Nesta perspetiva, a mediação não é nada menos do que uma prática de facilitação na comunicação entre culturas diferentes ou iguais, ou seja, é um instrumento de integração e coesão social. Em Portugal, a mediação começa a sua trajetória nos anos 90, tendo um forte impulso na última década a partir da realidade da imigração, quer por instituições privadas e públicas, começando a ser visível a necessidade e algum trabalho realizado aos níveis da mediação escolar, conflitos (associando aos tribunais e Julgados de Paz, que não deverá ser restringida somente a estas entidades), social e institucional.




Em contexto educativo o conceito de mediação remete-nos para processos de intervenção adequados ao desenvolvimento do indivíduo.

Para Caetano, (2003), educar e mediar são sinónimos, ou seja, “educar é sempre uma forma de mediar” (op. cit. p, 42) entre o saber instituído e o saber experimental, entre a escola e os alunos, entre a escola e a família, entre a escola e a comunidade, etc.




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